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  • Renan Alves

Febre nos EUA, vira a nova tendência no Brasil: Balas vitaminadas!

Entre ursinhos de cores chamativas e minhocas de gelatina, a aposta mais recente da indústria de suplementos alimentares briga para conquistar espaço nas prateleiras de guloseimas de farmácias e lojas de conveniência. Trata-se da seleção de balas de goma enriquecidas com vitaminas essenciais à vida saudável. O setor, alta­mente promissor, vem crescendo no país com índices na casa dos dois dígitos e faturou 2,1 bilhões de reais em 2019. A aposta é tão alta que a multinacional espanhola Sanchez Cano, investiu 60 milhões de reais em uma nova linha de fabricação de balinhas vitaminadas.

Tal investimento segue uma tendência mundial que já movimenta 3,1 bilhões de dólares, segundo a consultoria americana Transparency Market Research. Desde o início dos anos 2000, bastante comum nos Estados Unidos, esse mercado se alimenta da deficiência de vitaminas em crianças. Por aqui, a inovação é vista com otimismo pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Suplementos Nutricionais e Alimentos para Fins Especiais (Brasnutri). “Há interesse por se tratar de um produto novo, que não é doce e traz nutrientes, mas também não é remédio”, explica Synésio da Costa, presidente da entidade.

Os ursinhos vitaminados são a nova febre entre a criançada!

Os nutricionistas, adequadamente atentos, animam-se com o novo produto, pois é uma ótima fonte de vitaminas e de fácil ingestão por parte da criançada. Vitaminas em goma são docinhas e deliciosas, o que faz desse tipo de suplemento um sucesso: eles são muito mais agradáveis que vitaminas em forma de comprimidos.

Não é surpresa que esses produtos sejam responsáveis por 1 bilhão dos 41 bilhões de dólares do mercado de suplementos dos Estados Unidos, um crescimento de mais de 25% em relação a 2015, segundo a empresa de pesquisas de mercado IBISWorld.

Mas será que elas são tão eficazes quanto as vitaminas tradicionais? Não há evidências de que um tipo seja superior ao outro, segundo Zhaoping Li, professora de medicina e chefe da divisão de nutrição clínica da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Mas cuidado com as crianças

O fato de as vitaminas em goma parecerem guloseimas podem levar as crianças a tomá-las em quantidades além das recomendadas. Atenção para o rótulo e mais importante: mantenha-as longe do alcance das crianças. “Crianças gostam do que é doce, então elas vão comer mais do que devem”, diz Li. Ela afirma que os pais devem supervisionar os filhos quando eles estão comendo vitaminas em goma – e certificar-se de que eles entendem que elas não são simplesmente balas, e sim uma espécie de ‘remédio’.

Eu já posso adiantar que a minha querida Anna Paula, minha filha, está adorando. O problema é realmente fazer ela parar de pedir! rs

#infantil #tdampc

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