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  • Renan Alves

Exercícios físico x Pandemia por Edirley Magalhães

Nada termina sem um novo começo, assim como qualquer começo caminha, inevitavelmente, para o fim. São dois lados da mesma moeda, há dualidade em tudo.

Dia e noite; guerra e paz; amor e ódio; clássico e popular; você e eu. Mas forças em oposição não têm que permanecer assim. É como Yin – Yang. Não é pra ser um símbolo estático. Relacionamentos sempre estão em movimento. Perseguimos, desafiamos e inspiramos um ao outro.

Às vezes, trabalhamos juntos, às vezes, trabalhamos contra. Forças complementares, buscando um equilíbrio que pode nunca existir, essa é a relação COVID-19 e o exercício físico, tendo em vista o constante abre e fecha dos estabelecimentos comerciais voltados à saúde física.

Tudo se resume a duas perguntas: Como as pessoas são importantes em sua vida? Contrair o Vírus é sorte cega ou é destino?

Um colega de trabalho me disse que eu era muito radical pois desde o início da pandemia não coloco meus pés numa academia, o que seria injustificado tendo em vista que eu não pertenço ao célebre grupo de risco.

Vivemos sob a iminência da pior pandemia da história e, mesmo assim, pouco se sabe sobre esse vírus, apesar de cientistas do mundo todo focarem nas mais de 450 vacinas que estão em fase de desenvolvimento.

Diante desse alcance absurdo de mortalidade que chega em escala mundial acerca de 800 mil enquanto escrevo este artigo, podemos ter apenas duas certezas, a primeira é que corre risco quem possui pulmão, quem respira, eu e você independente de qualquer condição de saúde pré-existente.

As informações disponíveis atualmente apontam que o vírus pode causar sintomas leves e semelhantes aos da gripe, além de doenças mais graves.

Com base nos dados atuais, 40% dos casos parecem ter doença leve; 40%, doença moderada; 15% parecem progredir para doença grave; e 5% ficam em estado crítico. Pessoas idosas e com condições de saúde pré-existentes (como pressão alta, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabetes) parecem evoluir de forma mais grave à COVID-19 com mais frequência do que as outras.

A segunda certeza é que, além das medidas de higienização das mãos e respiratória com o uso das máscaras, o exercício físico é a nossa maior arma nesta batalha. Portanto, apenas mexa-se, cuide do seu corpo, independentemente se sua academia ou estúdio está aberta ou não. Existe uma infinidade de atividades orientadas que são capazes de te manter ativo numa sala de dois metros de comprimento, como a minha.

De todos os hábitos saudáveis que podemos ter, o fator mais significativo, aquele que traz mais impacto em nossa saúde, sobre a preservação e prevenção de doenças é o exercício físico, mais do que alimentação saudável, mais do que o hábito de não fumar. Nesta ótica, e diante de todas as pesquisas científicas realizadas até o momento, o exercício físico tem que ser analisado e interpretado não como uma situação de lazer mas sim como uma ação que impacta na saúde das pessoas

Edirley Magalhães

Autor: Edirley Souza Magalhães Educador Físico, Especialista em saúde e Recuperação Para conhecer mais sobre o autor, siga-o no Instagram

#atividadefísica #covid19 #musculação #treino

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